O atacante Reginaldo, companheiro de Marcos Cruz no ataque da Lusinha e um dos principais expedientes ofensivos do 4-4-2 de Lívio Vieira, promete marcar o ‘Gol da Paz’ só para ‘apagar o incêndio’ provocado pelas intrigas entre os dirigentes. Reginaldo teme que os torcedores entrem na onda da violência e se envolvam em conflitos no Estádio do Café. ‘‘Gostaria que todos fossem lá para ver futebol, não uma batalha. Isso não levaria a nada. Como profissionais, nós, jogadores, vamos nos respeitar.’’
Reginaldo iniciou a carreira nos mirins do Londrina - permaneceu durante cinco anos no clube - mas não se permite a nenhum tipo de sentimentalismo. ‘‘O Londrina é passado na minha vida. Agora, meu amor está voltado para a Portuguesa, que me dá o maior apoio.’’
Reginaldo reconhece que ele e Marcos Cruz terão pela frente dois zagueiros experientes - Ivanildo e Vanderlei Santos - mas sabe como encará-los. ‘‘É no toque de bola e nas tabelinhas rápidas. É nisso que nos entendemos legal. Esse entrosamento pode nos ajudar contra o Londrina.’’

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