Montréal, Canadá - Foram 20 vitórias e 26 poles nas últimas três temporadas da F-1. Dois vice-campeonatos e dois títulos mundiais. Mas, apesar do excelente aproveitamento nos últimos anos e de já ter triunfado em 13 dos 18 circuitos do calendário deste ano - sem contar a Índia, onde fará sua estreia -, o circuito Gilles Villeneuve, que recebe o GP do Canadá amanhã, ainda é uma pedra no sapato da Red Bull.
Em cinco apresentações na pista, o melhor resultado da equipe foi o terceiro lugar de David Coulthard em 2008, única vez que o time foi ao pódio na Ilha de Notre-Dame.
No ano passado, apesar de ter chegado a Montréal com três vitórias no torneio e tendo conquistado todas as poles até então, Sebastian Vettel saiu na quarta colocação, e Mark Webber, na quinta. ''No papel, realmente este não é nosso melhor circuito'', disse Webber. ''Já percebemos em Monza, no ano passado, que em pistas com retas muito longas as coisas são mais complicadas para nós'', completou o piloto australiano.
Ele se referia à única pista na qual o desempenho da Red Bull é pior do que em Montréal. Na Itália, o time nunca subiu no pódio nem largou na primeira fila.
Mesmo em classificações, ponto forte da Red Bull nos últimos três anos -conquistou incríveis 62% das poles nesse período -, o time sofre em Montréal. No ano passado, Vettel conseguiu pela primeira vez classificar um carro do time na primeira fila (ficou com o segundo lugar).
Hoje, a partir das 14h (de Brasília), a Red Bull terá mais uma oportunidade de tentar mudar essa história no treino que define o grid de largada para a prova de amanhã, que ocorre no mesmo horário.

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