São Paulo - A 27 edição do Rali Dacar terá duas etapas e mais de 2.000 km a menos que sua última versão. A etapa de hoje prevê um deslocamento de 513 km e uma prova especial de 10 km. Desde Granada, na Espanha, até Rabat, no Marrocos.
Segundo os organizadores, a idéia foi fazer um percurso menor e mais intenso do que os anteriores, além de proporcionar etapas mais variadas e mais equilibradas no que diz respeito ao grau de dificuldade da competição.
A largada será dada fora de território francês após três anos seguidos. Barcelona foi a cidade escolhida para o Prólogo, que neste ano conta para o resultado final. Serão 9.039 km no total, dos quais cerca de 5.430 km serão de especiais (trechos contra o relógio).
A edição deste ano terá recorde de inscritos: serão 695 veículos (230 motos, 165 carros, 70 caminhões e 230 carros de assistência). A marca anterior era de 1988, que contou com 603 competidores.
Os participantes vêm de 39 países diferentes. A França ainda domina o número de inscritos, com 38%. Depois aparecem Espanha (13%), Itália e Bélgica (11%), Holanda (7%) e Grã-Bretanha (4%).
Nesta edição, o Brasil terá um participante a mais que no ano passado, quando contou com quatro representantes - dois entre os carros, um na categoria caminhões e um nas motos.
A melhor colocação no último rali foi o sexto posto de André Azevedo, nos caminhões. Nas motos, Jean Azevedo foi o 14º, e nos carros, Klever Kolberg e Lourival Roldan terminaram em 11º.
A expectativa para o Dacar que começa sexta-feira não é das maiores. ''Chegar entre os cinco primeiros já será uma vitória para nós'', afirmou Kolberg, que sexta-feira, no Prólogo, ficou em 26º lugar.

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