Com a participação de mais de 300 equipes, começa no dia 31 mais uma edição do ‘‘rali da morte, que este ano vai ter seu percurso entre Granada, na Espanha, e Dacar, no Senegal. Pela primeira vez na história, o Brasil vai ter representantes nas três categorias (carros, motos e caminhões) do rali. Klever Kolberg e Arilo de Alencar Júnior irão participar da categoria carros. Joaquim Rodrigues, o Juca Bala, e Maurício Fernandes competirão na categoria motos. Já André Azevedo, que sempre disputou a categoria carros, estréia na caminhões. Eles estão na Espanha aguardando a largada. Enquanto isso fazem, coisas diferentes e Maurício anda de esqui. Ele não está fazendo isso como preparação, mas para passar o tempo.
Os competidores passarão por sete países: Espanha, Marrocos, Mauritânia, Mali, Burkina Fasso (que volta ao rali após nove anos) e Senegal. Logicamente, que a fase mais amena será na Espanha. No Marrocos, os aventureiros encontrarão pistas rápidas misturadas com trechos sinuosos, com muita erosão e pedras. Nas dunas da Mauritânia, o maior perigo é a falta de referência, o que redobra o trabalho dos navegadores. Além disso, é quase impossível se livrar das tempestades de areia.
No Mali, Burkina Fasso e Senegal o risco se repete. Durante todo o rali, os competidores só terão dois dias amenos: no dia 31, quando vai ser percorrido um pequeno trecho de 20 km em Granada, e em 9 de janeiro, dia destinado a descanso na cidade de Bobo-Dioulasso.

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