Rali: aviões levam
equipes para a Líbia
A organização Thierry Sabine, responsável pela realização do 22º Rali Paris-Dakar-Cairo 2.000, fretou um terceiro avião Antonov, o maior cargueiro do mundo, para recuperar parte do tempo perdido por causa da ameaça de um ataque terrorista aos concorrentes no Níger. O transporte dos 336 veículos e das 1.365 pessoas ligadas ao rali começou ontem, e a intenção de Hubert Auriol, o chefe da organização, é recuperar pelo menos metade da segunda-feira, reduzindo o trecho anulado de 2.987 para 2.687 quilômetros. A competição recomeça no dia 16, na Líbia, com o percurso de 707 quilômetros, entre as cidade de Dirku e Alwig. O brasileiro melhor colocado na prova, até o momento, é André Azevedo, segundo colocado nos caminhões.

mockup