O piloto alemão Ralf Schumacher terá que explicar amanhã ao dono de sua equipe, Eddie Jordan, por que tirou da corrida o companheiro de escuderia, o italiano Giancarlo Fisichella, domingo em Buenos Aires. Na 24ª volta, Giancarlo estava em segundo quando Ralf, em manobra desastrada, bateu na sua traseira, jogando-o para fora da pista. Ralf ainda permaneceu na disputa e ficou em terceiro lugar.
Fisichella foi duro com Ralf. Ontem o piloto italiano declarou em Roma que ‘‘no passado, manobras incorretas e similares a de Ralf levaram alguns pilotos a conquistar o título’’. Ele se referia ao irmão de Ralf, Michael Schumacher que, em 94, no GP da Austrália, deliberadamente provocou um acidente com Damon Hill. Com a desistência de ambos, a conquista ficou para Michael.
Caso SennaO diretor-técnico da Williams, Patrick Head, e o seu ex-projetista, Adrian Newey, dois dos seis acusados por homicídio culposo pela morte de Ayrton Senna, compareceram ontem ao tribunal de Ímola. Eles apenas ouviram testemunhas e não prestaram depoimento.

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