O piloto mineiro Bruno Junqueira, líder do Campeonato Internacional da Fórmula 3000, será a escolha imediata da equipe Williams, caso o alemão Ralf Schumacher não tenha condição de correr. Segundo o site da revista inglesa AutoSport, o alemão não deverá correr o próximo GP, no Canadá, uma vez que o corte, sofrido em Mônaco, tenha afetado os músculos, além do local apresentar resíduos de fibra de carbono. Contudo, não há confirmação por parte da equipe inglesa.
Junqueira, que está substituindo Ralf nos testes que as equipes estão fazendo em Monza, fez o 12º melhor tempo ontem, marcando 1min26s68. Já o seu companheiro na Williams, Jeson Button, foi o oitavo mais rápido, com 1m26s15. ‘‘Treinamos com a configuração do Canadá e sempre com tanque cheio. Gostei do treino. Dei 55 voltas e estou com o carro mais na mão, treinei pit stop e largada. Cada vez ganho mais experiência e isso é muito importante, afinal esta é apenas a quinta ou sexta vez que guio um F-1’’, disse Junqueira.
Por outro lado, o primeiro dia de em Monza foi desastroso para a equipe Benetton. O time levou dois carros à Itália, mas ambos apresentaram problemas. Primeiro foi encontrada uma rachadura no chassis usado pelo amazonense Antonio Pizzonia, que não pôde participar dos testes da tarde. Em seguida, o carro de Giancarlo Fisichella apresentou uma série de problemas eletrônicos que comprometeram seu desempenho. ‘‘A equipe suspendeu meu treino por causa da rachadura no carro, que provavelmente foi causada pela batida do Giorgio Pantano nos treinos de Jerez de la Frontera, onde ele bateu forte’’, disse Pizzonia, que volta à pista hoje a tarde, no carro de Fisichella.
Como restou apenas um carro à Benetton, Pizzonia e Fisichella se revezarão ao volante hoje. O austríaco Alexander Wurz, inicialmente escalado para substituir o piloto italiano no segundo dia de testes, foi dispensado.
O piloto mais rápido nos treinos de ontem, em Monza, foi o brasileiro Rubens Barrichello, da Ferrari, que deu 55 volta e fez a melhor volta em 1min24s778.

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