Raikkonen, o homem a ser batido na F-1
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sexta-feira, 27 de maio de 2005
Das Agências 
Nurburg - Os três pilotos da McLaren ficaram entre os cinco mais rápidos, ontem, no primeiro dia de treinos livres para o GP da Europa, no circuito de Nurburgring, Alemanha. E o próprio líder do Mundial de Fórmula 1, o espanhol Fernando Alonso, da Renault, reconheceu: ''Não será fácil vencer Kimi Raikkonen. Teremos, agora, de correr pensando mais no campeonato.'' A corrida é amanhã, às 9 horas.
Enquanto Alonso ficou em 8º lugar nos treinos do dia, Raikkonen terminou com o 5º melhor tempo e está embalado pelas duas vitórias nas duas últimas etapas da temporada. ''Conheço Alonso há muitos anos'', afirmou Raikkonen, 25 anos, o piloto mais econômico com palavras que surgiu na Fórmula 1 nos últimos tempos.
Com 27 pontos e em franca ascensão, assim como a sua equipe, Raikkonen é o favorito da maioria para ser campeão. ''Calma, faltam 13 provas. Já vimos que as coisas mudam rápido aqui'', diz o sempre sério finlandês, casado com Jenny, ex-mis Escandinávia 2000, a quem atribuiu o fato de estar profundamente gripado. ''Ela que me passou o vírus.''
Treinos O austríaco Alexander Wurz, piloto de testes da McLaren, foi o mais rápido nas duas sessões de treinos livres. Na primeira sessão, Wurz registrou o melhor tempo com 1min31s670, superando o alemão Michael Schumacher (Ferrari), com 1min32s578, e o brasileiro Ricardo Zonta, piloto reserva da Toyota, com 1min32s726. O brasileiro Rubens Barrichello (Ferrari) ficou em quinto, com 1min32s984.
Na segunda sessão de treinos livres, Wurz cravou a melhor parcial com 1min30s623. Zonta terminou em segundo, com 1min30s630, enquanto o alemão Nick Heidfeld (Williams) ficou em terceiro (1min31s813). Barrichello foi o sétimo na segunda sessão, com 1min32s143, enquanto Schumacher foi apenas o 13º (1min33s242).
Caso Senna Onze anos e 26 dias depois, a Justiça italiana, através do Tribunal de Apelação de Bolonha, concluiu, em caráter definitivo, que um dos acusados pela morte de Ayrton Senna, o projetista do carro, Adrian Newey, é inocente. Já o diretor-técnico da Williams, Patrick Head, ficou livre do processo por negligência na modificação da coluna de direção do modelo FW16, porque ''seu crime foi prescrito.''


