Nova Délhi, Índia - O anúncio da contratação de Kimi Raikkonen pela Ferrari coincidiu com uma queda de rendimento da equipe italiana e o crescimento da Lotus na temporada 2013 da Fórmula 1. Nas últimas três provas, a atual escuderia do piloto finlandês somou 73 pontos, 24 a mais do que a Ferrari, mas ele garante não estar preocupado com o risco de ter optado por um time menos competitivo.
"Eu não teria tomado a decisão se não achasse que era certo para mim. (A Ferrari) É tão competitiva... Com as regras, ninguém sabe como isso vai funcionar no próximo ano", afirmou Raikkonen, na véspera do início das atividades do GP da Índia, lembrando que as significativas mudanças no regulamento da Fórmula 1 para 2014 podem tornar o próximo campeonato imprevisível.
Os bons resultados nas últimas provas levam a Lotus a sonhar com o vice-campeonato do Mundial de Construtores. A equipe ocupa a quarta posição com 264 pontos, a 33 da segunda colocada Ferrari - a liderança tranquila é da Red Bull. Raikkonen reconhece que este é o objetivo para as últimas quatro corridas do calendário, mas ressalta que será complicado alcançá-lo.
"Esse é o objetivo para nós, mas é difícil dizer se isso vai acontecer", disse Raikkonen, que vai substituir o brasileiro Felipe Massa na Ferrari. (A.E.)

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