São Paulo - Se há alguns anos a Copa do Brasil era conhecida pela maioria dos torcedores como o "caminho mais curto para a Libertadores", hoje a realidade é bem diferente. O torneio, criado em 1989 e que começa amanhã, encorpou e se tornou a competição mais democrática do País, medindo forças com o Campeonato Brasileiro na popularidade - o sistema em mata-mata garante emoção e atrai boa parte de quem gosta de futebol.
A 28ª edição da Copa do Brasil repete a fórmula do ano passado. Na briga pelo título, 86 equipes estarão na disputa, colocando no mapa da bola nacional nada menos do que 63 cidades de norte a sul do País.
A cereja desse bolo fica por conta da premiação ao campeão, que será recorde. A CBF ainda discute com os novos patrocinadores qual será a fatia dada para cada etapa do torneio. O prêmio para quem erguer a taça no fim do ano pode ultrapassar os R$ 10 milhões. Fora a vaga garantida na Copa Libertadores.
Ano passado, o Palmeiras embolsou R$ 7,95 milhões ao conquistar o troféu pela terceira vez. Outros R$ 5,95 milhões ficaram com a equipe vice-campeã. A meta é equilibrar a premiação com a do Brasileirão, que em 2015 deu R$ 10 milhões ao campeão Corinthians.

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