Quem toca o barco?
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segunda-feira, 27 de outubro de 2014
FELIPE BOLGUESE<br>[email protected] 
Corinthians entra no G4. Corinthians sai do G4.Mano fica? Mano sai. O novo treinador será decidido antes do fim da temporada. O novo treinador será escolhido após as eleições de fevereiro...
São tantas questões abertas para o clube que, neste momento, existe uma dúvida de como será feito o planejamento para 2015.
No último sábado, o presidente Mário Gobbi admitiu que Mano, cujo contrato acaba em 31 de dezembro, não deve seguir, e que o Timão deve ficar com um técnico interino de janeiro até as eleições da primeira quinzena de fevereiro. Com isso, ele não buscará consenso entre os candidatos da situação e oposição.
O maior responsável pelo futuro é o gerente de futebol Edu Gaspar. Da diretoria, ele é o único "garantido", uma vez que o diretor Ronaldo Ximenes sairá com Gobbi. Edu, o coordenador técnico Alessandro e o observador Mauro da Silva já estão projetando o elenco e as contratações. Mas ainda sem qualquer certeza...
A confirmação ou não da vaga na Libertadores também trava o planejamento. Hoje, a procura é por nomes que não sejam caros e possam fazer parte da equipe independentemente das competições em 2015. Mas a participação na principal competição sul-americana no ano que vem é vista como essencial para o futuro.
- Seria extremamente importante para nós. Garante estádio cheio, receita... E não é só bilheteria, mas outros diversos fatores. Temos esse objetivo muito claro na cabeça - afirmou Gaspar, à ESPN Brasil.
No ano passado, na primeira quinzena de novembro já havia a definição que Tite não seguiria e que Mano voltaria. Com isso, o planejamento começou a ser feito paralelamente ao fim do Brasileirão-2013.
Permanência de Guerrero
Gobbi espera que seu último "ato" na presidência seja renovar o contrato de Paolo Guerrero, hoje o principal jogador do clube. O peruano tem contrato até o meio de 2015 e já discute a renovação.
A diretoria alvinegra já se reuniu com os representantes do jogador por algumas vezes e espera um desfecho positivo. As questões salarial e de tempo de contrato ainda são um entrave para a definição.






