Pra­ti­car es­por­tes é re­co­men­da­do pe­los mé­di­cos co­mo alia­do na bus­ca por uma saú­de me­lhor. Is­so nin­guém dis­cu­te. Mas há ­quem le­ve o es­por­te ain­da ­mais a sé­rio. É o ca­so do em­pre­sá­rio lon­dri­nen­se Pé­ri­cles Du­tra, de 45 ­anos. A von­ta­de de pra­ti­car uma ati­vi­da­de fí­si­ca pa­ra di­mi­nuir o ­stress o le­vou a es­co­lher um es­por­te que não é pa­ra qual­quer um: en­du­ro de re­gu­la­ri­da­de. Pé­ri­cles sem­pre foi apai­xo­na­do por mo­tos, mas em 2004 des­co­briu, jun­to com um gru­po de ami­gos, que po­dia fa­zer um es­por­te, se di­ver­tir e, prin­ci­pal­men­te, sen­tir mui­ta adre­na­li­na. ‘‘Ter tí­tu­los é ba­ca­na, mas fa­ço pe­lo pra­zer e adre­na­li­na de ­pilotar’’.
  Ou­tro que le­va o es­por­te a sé­rio é o en­ge­nhei­ro agrô­no­mo – e ci­clis­ta nas ho­ras va­gas – Mar­cos Yo­ri­ni. Aos 36 ­anos, ele pe­da­la ­mais de 100 km por se­ma­na e já par­ti­ci­pou de di­ver­sas com­pe­ti­ções da mo­da­li­da­de moun­tain bi­ke. ‘‘Pe­da­lar na aca­de­mia ou fa­zer es­tei­ra, pra mim, é mui­to cha­to. Por is­so co­me­cei a an­dar de bi­ci­cle­ta. Com o tem­po fui co­nhe­cen­do ou­tras pes­soas que pe­da­la­vam e tam­bém co­me­cei a par­ti­ci­par de com­pe­ti­ções.’’
  Já o or­to­pe­dis­ta Ro­dri­go Eg­ger sem­pre foi li­ga­do ao es­por­te. Pri­mei­ro, pra­ti­cou ju­dô. ­Após en­trar na fa­cul­da­de, co­nhe­ceu e se apai­xo­nou pe­lo ia­tis­mo. Ele ex­pli­ca que ve­le­jar lhe pro­por­cio­na mui­tos be­ne­fí­cios no dia a dia. ‘‘Eu fi­co ­mais sos­se­ga­do, ­mais dis­pos­to pa­ra tra­ba­lhar e é mui­to bom pa­ra man­ter a coor­de­na­ção mo­to­ra, o que no meu ca­so é mui­to im­por­tan­te, já que fa­ço mui­tas ­cirurgias’’.


● É uma modalidade motociclística normalmente realizada num percurso de veredas, pistas ou estradas abertas à circulação normal


● Também chamado de vela, é o nome dado ao esporte que envolve barcos movidos exclusivamente por propulsão à vela, onde se emprega somente a força do vento como meio de deslocamento

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