Público é bem maior nas novas sedes dos clubes
A Junior Team espera em 2014 que o namoro com Sertanópolis vire ao menos um noivado mais quente. Em 2013, o time já jogou por lá e gostou do que viu. "Cada um tem que buscar o seu caminho. Nós estamos em Sertanópolis. Lá, encontro facilidade de estádio à disposição a hora que quisermos, apoio da cidade, da administração municipal e temos uma possibilidade de patrocínios. Nossa média de torcida lá nos jogos foi de 250 pessoas. Aqui tínhamos que dar os ingressos", apontou Ariobaldo Frisseli. "Lá a cidade é menor, o pessoal começa a gostar de futebol e a gente começa a criar uma identidade", completou o coordenador, confessando que não havia pensado na possibilidade de mudar o nome.
O que o agora Apucarana Sports espera e que a Junior Team colhe lentamente, o PSTC já se gaba de ter conseguido. O time caiu nas graças da população de Cornélio Procópio, que já teve o extinto Comercial campeão estadual em 1961. Nas duas primeiras temporadas no profissional, o time mandou seus jogos em Cambé e Londrina, com estádios vazios. Em 2012, Apucarana foi escolhida e a situação não mudou. "Em Cambé e em Apucarana fizemos sem torcida e o futebol profissional precisa de público. É triste para um atleta chegar a um estádio vazio", lamentou Renato David, que viu uma outra realidade após o PSTC mudar para Cornélio e acrescentar Procopense ao nome.
"Nosso maior público foi de quase 1,6 mil pagantes contra o Cincão. Em termos de público, só perdemos para Maringá, para se ter uma ideia do sucesso", comemorou David, contando que o clube está implantando um projeto social em 20 cidades da região de Cornélio com aulas de futebol de graça para meninos e meninas com idade entre 12 e 15 anos. (T.M.)





