O futebol paranaense está se adaptando às normas da Lei Pelé. O Prudentópolis, que disputa a Série Ouro do Campeonato Paranaense, seguiu a trilha do Malutrom e se transformou em sociedade anônima. A finalidade principal do clube vai ser formar jogadores para depois negociá-los com os clubes do exterior.
O Prudentópolis se junta a Atlético, Malutrom, Portuguesinha, Iraty e PSTC de Londrina, que já fazem esse trabalho de formação de atletas para depois negociá-los. A diretoria pretende contratar atletas jovens, que tenham no máximo 25 anos. ‘‘Vamos fazer da nossa equipe uma fábrica de craques’’, prevê Lori Sandri, treinador com experiência nacional e internacional.
Aliás, Sandri é a principal estrela do Prudentópolis, com passagens pelo Atlético, Coritiba, seleção dos Emirados Árabes, e três equipes da Arábia Saudita. Chicão é o assistente técnico. O preparador físico é o Zeca, com passagens pelo Grêmio-RS e pela seleção paraguaia nos tempos de Paulo César Carpegiani.
Representante de grandes empresários da Fifa no Brasil, Aurélio Almeida é o presidente da S.A. nos próximos quatro anos. Almeida passou 16 anos no exterior e voltou ao Brasil há menos de dois anos. Com tráfego no mercado internacional, ele negociou recentemente os passes de Flávio e Veiga, que passaram pelo Coritiba, e Marcelo Tamandaré, ex-Malutrom.

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