Provas na Europa agradaram
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segunda-feira, 24 de setembro de 2001
Agência Estado<br> De Rockinghan, Inglaterra 
Apesar das semanas conturbadas pela ameaça terrorista, o acidente de Alessandro Zanardi e as irritantes chuvas, a Formula Indy volta da Europa com a constatação de que um novo mercado pode ser aberto, já que nos Estados Unidos, a categoria sofre cada vez mais com a concorrência da Indy Racing League (IRL). As etapas européias estão garantidas para o ano que vem, mas podem mudar de data para fugir das chuvas.
Em termos de público, não há o que reclamar. Na prova alemã de Lausitz, dia 15, mais de 87 mil pessoas assistiram a corrida e o público total no final de semana beirou as 150 mil pessoas. Sábado, em Rockingham, Inglaterra, 38 mil pessoas viram a prova, apesar da expectativa de cancelamento por causa dos problemas na pista.
As provas na Europa conseguiram pegar o público que gosta de automobilismo, mas ainda não ultrapassou estes limites. Em todo o continente, as corridas são transmitidas por canais a cabo, como a Eurosport. Em jornais, o espaço dedicado foi grande, principalmente na Inglaterra. No sábado, jornais sérios como o The Times e o The Independent dedicavam quase uma pagina inteira para a primeira corrida da Indy no país, sempre lembrando o grande marketing da Cart: ter carros mais rápidos que os da F-1.
''Para o torcedor que realmente gosta de automobilismo, ver a Cart é bem mais interessante do que assistir a F-1 no autódromo. Você pode ter contato com os pilotos, conversar, pedir autógrafo. Na F-1 é absolutamente impossível chegar perto de Michael Schumacher '', disse o sueco Thomas Jorgessen, que liderava um grupo de fãs do líder da temporada, o sueco Kenny Brack.


