A grande festa preparada pela Vadam - promotora do GP do Brasil de Motovelocidade - e a Prefeitura do Rio de Janeiro para a corrida no Autódromo Nelson Piquet, em Jacarepaguá, que teria shows de rock na praia, feira, passeios de motos e eventos paralelos, fica para uma próxima oportunidade. Ontem, a Federação Internacional de Motociclismo (FIM) anunciou o cancelamento da 14ª etapa do Campeonato Mundial de Motovelocidade, que seria disputada no dia 18 de outubro. Motivo: a falta de segurança da pista, já que o asfalto do circuito não atende aos requisitos exigidos pela entidade. A etapa brasileira não será substituída. As duas próximas provas acontecerão em Philips Island, na Austrália, no domingo, e em Buenos Aires no dia 25 de outubro.
Durante a inspeção, a superfície do circuito se revelou inadequada para assegurar o desenvolvimento normal e seguro do GP. ‘‘Como o critério de segurança não foi atendido, a organizadora não pode conceder a homologação ao circuito Nelson Piquet e o GP do Rio de Janeiro fica cancelado e não será substituído’’, informou a FIM.
Mais uma vez o desleixo dos dirigentes com os autódromos brasileiros afastam um grande evento. E todo ano é a mesma história. Agora foi com o motociclismo, justamente quando Alexandre Barros tentaria sua primeira vitória nas 500cc. Vale dizer que o asfalto do circuito carioca havia sofrido reformas seis meses atrás para a corrida da Indy.

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