PARANAENSE
Protesto foi dos mais calmos
- Milton DóriaABERTURAA categoria Turismo 1.600 foi a primeira a ser disputada na manhã de ontem, no Autódromo Ayrton Senna

De Londrina

Com um protesto de pilotos do Automóvel Clube de Londrina, teve início ontem, no Autódromo Ayrton Senna, em Londrina, o Campeonato Paranaense de Automobilismo. Foram disputadas provas nas categorias Turismo 1.600 (Marcas A e B), Speed Fusca e Endurance (Força Livre, Marcas A e B e Speed). Ao contrário do que se esperava, como um protesto mais agressivo contra o presidente da Federação, Luis Gehring, a manifestação foi tranquila. Vários pilotos, antes das provas, esticaram uma faixa na pista pedindo uma auditoria na Federação.
Na grade de proteção, na frente da torre de cronometragem, outras duas faixas pediam que fossem prestadas contas dos dois últimos anos da entidade. Gehring apareceu no autódromo no final da prova na premiação dos pilotos, mas não houve troca de acusações e nem novas manifestações.
A primeira corrida, a Turismo 1.600, foi uma das mais disputadas, com Marcas A e B em disputa. Na Marcas A, Fabrício Lanconi/Plínio Pessoa foram os vencedores das duas baterias, seguido de Alceu Feldmann/Pedro Moreira. A terceira colocação ficou com Geraldo Sermann. A Marcas B teve Cícero Cesar Stringari em primeiro, seguido de Roque Lisboa/Cícero Pontes.
A categoria Speed foi a segunda corrida, também com duas baterias disputadas. Ao final, Adilson Moreno foi o vencedor, seguido de Sapia Júnior e Ernesto Pívaro Neto.
Na Endurance, com três categorias distintas, Peter Januário/Jair Bana foram os ganhadores na Força Livre, ficando em segundo Marcus Peres e em terceiro Marcos Pegoraro. Na Marcas, José Augusto Rapcham chegou em primeiro, seguido de Fábio Machado/Gastão Weigert e em terceiro, Angelo Batistela. Orlando Gomes Júnior foi o vencedor na categoria Speed, seguido de Sapia Júnior e Leandro Mareze.
Pela Marcas Metropolitano (categoria disputada em Londrina), também realizada ontem, José Autugsto Rapcham foi o vencedor, seguido de Ernesto Pívaro Neto e de Roque Lisboa/Cícero Pontes.

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