Promessa de guerra na semi do Mundial
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sexta-feira, 08 de outubro de 2010
Folhapress 
Roma - Juntas, as seleções de Brasil e Itália contabilizam 58 medalhas em competições intercontinentais, venceram os cinco últimos Mundiais e ganharam 80% dos títulos disputados na Liga Mundial. Hoje, às 16h, as duas maiores potências da história recente do vôlei masculino jogam a semifinal do Mundial.
As atuais equipes, no entanto, buscam sair da sombra das gerações anteriores. Reformulado depois da derrota na Olimpíada de Pequim-2008, o Brasil de hoje, sem o meio de rede Gustavo, o levantador Ricardinho e o líbero Escadinha, já não assusta tanto os italianos.
''O Brasil era o time mais forte do mundo há alguns anos atrás, mas eles mudaram alguns jogadores. Então, acho que não será impossível vencê-los'', disse o central Michal Lasko.
Integrado ao grupo após os Jogos de Pequim, o oposto Leandro Vissotto rebateu. ''O mesmo vale para eles, que não têm mais o Zorzi, Cantagalli, Bernardi...'', disse Vissotto, citando atletas que atuaram na época de ouro da Itália e conquistaram vários títulos no anos 90.
Nessa época, o Brasil levava desvantagem no confronto direto. O clássico foi disputado 32 vezes, e a Itália levou a melhor em 20 duelos. Na década seguinte, o Brasil assumiu a hegemonia.


