O príncipe Sultan bin Fahd bin Abdulaziz, um dos dirigentes da seleção de futebol da Arábia Saudita, ameaça punir seus jogadores se não houver uma recuperação no jogo de hoje, contra os australianos, na preliminar de Brasil x México. Ele ficou revoltado com a má atuação do time na goleada para o México, por 5 a 0, e principalmente com ‘‘a falta de vontade’’. ‘‘A culpa pelo fracasso é toda dos jogadores e da comissão técnica’’, afirmou. ‘‘Independente do resultado, os atletas não apresentaram o que esperávamos deles.’’
Entre as medidas punitivas, está o corte nos salários e nos prêmios dados aos jogadores e o aumento do período em que deverão ficar concentrados. ‘‘Com as condições que lhes oferecemos, tinham que ter rendido bem mais.’’
Aproveitando o torneio, o governo saudita divulgou um comunicado à imprensa estrangeira em que defende a pena de morte. ‘‘A pena capital é uma retribuição justa para assassinato premeditado, satisfazendo a família da vítima e atuando como impedimento para proteger a vida das pessoas’’, diz um trecho do texto, responsabilidade do Ministério do Interior.
‘‘Punições que podem ser vistas por alguns como cruéis são, de fato, retribuições justas e divinas e são a atitude firme em resposta ao crime e doenças sociais que ameaçam a segurança e a estabilidade da sociedade.’’
Grupo B Ontem, pelo Grupo B, os Emirados Árabes derrotaram a África do Sul por 1 a 0, e o Uruguai superou a República Tcheca por 2 a 1. Com esses resultados, o Uruguai, que joga na quarta contra a África do Sul, foi o primeiro a se classificar para as semifinais. O Uruguai lidera o grupo com 6 pontos, seguido de Emirados Árabes, com 3, e Àfrica do Sul e República Checa com 1. A definição da outra vaga sairá dos jogos de amanhã entre Emirados Árabes x República Checa e Uruguai x África do Sul.

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