Presidente santista diz que situação é grave
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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Agência Estado 
Santos - Um mês e uma semana depois de ter assumido a presidência do Santos, sucedendo Marcelo Teixeira, que se manteve durante uma década no cargo, Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro enfrenta dificuldades para modernizar a administração do clube. Também não pode cumprir a promessa de campanha de revelar a real situação financeira do clube porque a auditoria das contas ainda não está concluída, mas adianta que a situação é bem pior do que ele imaginava.
Mesmo assim, o dirigente comemora o enxugamento da folha do futebol - era de R$ 3,5 milhões até dezembro e já baixou mais de R$ 500 mil - a meta é chegar a R$ 2,5 milhões.
Agência Estado - Que balanço o senhor faz do seu primeiro mês na presidência?
Luís Álvaro - Tivemos mais trabalho do que imaginávamos no processo de negociação com os credores, procurando estabelecer o equilíbrio entre despesas e receitas, até que ocorra a reforma dos estatutos para a formação do fundo de investimentos, com o aporte de recursos para formação de uma grande equipe.
AE - Quanto o Santos está economizando com a implantação da nova política salarial no futebol?
Luís Álvaro - Quando assumimos, a folha era de R$ 3,5 milhões e já houve redução de mais de R$ 500 mil. A meta é baixar para R$ 2,5 ou, no máximo, 2,7 milhões. O departamento de futebol está negociando novos contratos com Fábio Costa e Léo e o corte maior será com o encaminhamento que será dado aos muitos jogadores que voltaram de empréstimo.


