São Paulo - O presidente do Santos, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, minimizou as declarações do meia-atacante Paulo Henrique Ganso, que reclamou da pressão feita pela diretoria santista para a renovação de contrato antes do jogo contra o Colo Colo - vitória por 3 a 2 -, realizado na última quarta-feira, na Vila Belmiro.
''Se ele achou (inconveniente), ele não entendeu qual foi o espírito da coisa, que era de poupá-lo de prováveis apupos caso perdêssemos. Ganhamos e ele saiu aplaudido. Mas se perdesse como a torcida reagiria? Como reagiu quando tivemos o último insucesso? E nós só perguntamos'', disse Luis Alvaro.
''E (a conversa) não foi no quarto. Foi no meio da concentração, com o pai e a mãe dele presentes. Foi um bate-papo. Desde quando se proíbe que o Fernando (Silva, assessor executivo de futebol), que participa da concentração pergunte: ''Ganso, você não quer aceitar a renovação para você ser ovacionado pela torcida?'. Isso daí é procurar pelo em ovo'', completou o dirigente.
Domingo, após o empate com o Americana por 0 a 0, fora de casa, pelo Campeonato Paulista, Ganso reclamou da atitude da diretoria do Santos, que o procurou momentos antes da partida contra os chilenos para discutir a renovação de seu contrato. ''Não era a hora certa para isso, pouco antes de começar um jogo importante'', declarou Ganso.
O Santos volta a campo na quinta-feira, quando enfrenta o Cerro PorteÀo fora de casa, pela quinta rodada do Grupo 5 da Taça Libertadores.

mockup