Presidente do Grêmio Maringá ameaça FPF
O presidente do Grêmio Esportivo Maringá, Elnio Silveira Polhman, pretende pedir intervenção na Federação Paranaense de Futebol (FPF), caso o clube não seja reconhecido pela entidade. Ontem ele disse que estaria em Curitiba, com um mandado expedido pelo juiz Flávio Renato de Almeida, da 3ª Vara Cível de Maringá, que o reconhece como presidente do Grêmio Esportivo. Os dirigentes da Federação estão agindo de má fé, afirma. Segundo Polhman, a FPF vem impedindo que o clube realize amistosos.
Eles alegam que o clube não está regular, mas temos o registro, participamos da Copa Paraná e outros campeonatos oficiais e chegamos a receber ajuda de R$ 7 mil da Federação, alega.
O Moura (Onaireves, presidente da Federação), colocou o Osmar Braguim para dirigir o time, mas ele está formando outra equipe porque nosso registro é que está legal, diz Polhman. Braguim confirmou que tem um time para a Copa Paraná, inclusive com amistosos marcados para o próximo domingo em Maringá contra o Sorec de Cascavel.
O presidente da FPF, Onaireves Moura, negou ontem à Folha pressões ou perseguições ao Grêmio ou a Polhman. A Federação não tem interesse em prejudicar ninguém. Só não posso apoiar um projeto que vai naufragar, afirmou Moura. Segundo ele, o time de Maringá está impedido de jogar enquanto não saldar um débito de R$ 10 mil com a FPF.
Segundo Moura, a FPF só vai dar ajuda ao futebol de Maringá caso algum nome de consenso junto aos meios esportivos da cidade esteja à frente de algum clube. Só vamos apoiar quem consegue agregar. Ele (Elnio Polhman) é um desagregador e não tem nenhum respaldo em Maringá, disse Moura.





