Presidente da Lusa pede punição para Londrina e Grêmio
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2002
Claudemir ScaloneReportagem Local 
A diretoria da Portuguesa Londrinense exige uma atitude enérgica da Federação Paranaense de Futebol contra Londrina e Grêmio Maringá. Revoltados com o veto ao Estádio da Vila Santa Terezinha para jogos do Campeonato Paranaense da primeira divisão, os dirigentes da Lusinha cobram uma punição ao presidente do Londrina, Osvaldo Sestário Filho, que teria agredido com um pontapé um auxiliar no jogo contra o União Bandeirante no último domingo. O regulamento geral das competições da Federação prevê a perda de um mando de jogo para o clube que agrida o trio de arbitragem, diz o presidente da Lusa, Hélio Camargo.
O cartola da Lusinha não entende porque a Federação não puniu o Grêmio Maringá também. No jogo de estréia contra o Prudentópolis no dia 17, o trio de arbitragem foi obrigado a sair de camburão do Estádio Willie Davids e a torcida do Galo apedrejou os vestiários dos árbitros. Quero uma resposta por que não pudemos usar a Santa Terezinha por uma briga entre um jogador do Foz e o Tutinha (ex-preparador físico da Lusa), enquanto dois estádios aprovados pela Federação tiveram casos mais graves e ninguém foi punido, reclama o presidente da Lusa.
Camargo espera ainda que a entidade envie um membro da comissão de vistorias para vistoriar a Santa Terezinha nos próximos dias. A expectativa é liberar o estádio para o jogo do dia 10 de março contra o Iraty. Caso tenha de jogar no Estádio do Café a Lusa amargará novo prejuízo na casa dos R$ 3 mil.


