Presidente da FPrA elogia autódromo londrinense
O autódromo de Londrina não fica devendo em nada aos demais autódromos no Brasil. A afirmação foi feita pelo presidente da Federação Paranaense de Automobilismo (FPrA), Rubens Gatti. Sobre o fato de Londrina não receber algumas das grandes provas do automobilismo brasileiro nessa temporada, como a Fórmula Truck e a Fórmula Renault, Gatti explicou que trata-se de uma questão de preferência dos patrocinadores e não de problemas estruturais no autódromo local. ''Os promotores analisam uma série de fatores antes de decidirem os autódromos que receberão as etapas. Dentre esses fatores está o retorno para os patrocinadores da categoria'', comentou.
No caso da F-Truck, segundo Gatti, o promotor do evento, Aurélio Batista Félix, costuma mudar os autódromos que recebem a categoria de uma temporada para outra. ''Com isso, ele (Aurélio) consegue atrair uma quantidade maior de público no ano em que a prova volta a ser realizada no autódromo preterido no ano anterior.''
Se Londrina não terá a F-Truck e a F-Renault, Gatti adiantou que em 2006 será realizada, pela primeira vez, uma etapa da Fórmula Maceratti, uma das mais novas categorias do automobilismo brasileiro.
Estrutura Mesmo o presidente da FPrA elogiando o Autódromo Internacional Ayrton Senna, fica claro que existem algumas deficiências na estrutura local. Uma delas é a falta de espaço para a instalação de boxes alternativos. Ao todo, são 60 boxes permanentes. ''Já estamos fazendo um estudo para colocação desses boxes alternativos em uma área atrás dos boxes'', afirmou o presidente do Automóvel Clube do Café (ACC), José Carlos Messas.
O diretor do ACC, Odone Ranocchi, lembra que a falta de arquibancadas é outro inibidor da presença de público no local. ''Em provas do Campeonato Metropolitano, onde há um número considerável de espectadores, as pessoas ficam nos boxes. A existência de uma arquibancada poderia ser um atrativo a mais para as pessoas que gostariam de ir ao autódromo e não vão'', frisou. (G.A.)
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