Pré-Olímpico terá seis eliminatórias para 16 vagas
São Paulo - As 16 seleções que participarão dos Jogos Olímpicos de Atenas serão conhecidas apenas no início de junho. Dos Torneios Pré-Olímpicos em disputa, o da América do Sul é o que está mais adiantado os dois classificados serão definidos hoje, no Chile. O último torneio é o da Europa, de 27 de maio a 8 de junho. Seis continentes lutam por 15 vagas. E a Grécia, sede da Olimpíada, tem lugar garantido.
A distribuição das 16 vagas, definida pela Fifa e Comitê Olímpico Internacional, privilegiou a África, que terá direito a mandar quatro seleções para Atenas.
O Pré-Olímpico da Europa terá oito países brigando por três vagas. A Ásia também têm direito a três representantes, entre 12 candidatos no torneio com início previsto para 12 de maio. E da Oceania, com oito seleções, apenas uma se classifica no próximo dia 30.
A seletiva na Concacaf, de 2 a 12 de fevereiro, terá oito países disputando duas vagas. É o mesmo número de representantes que a América do Sul tem direito. A diferença é que dez seleções sul-americanas entraram na corrida pelo direito de disputar a Olimpíada.
Entre os observadores da Fifa, o Pré-Olímpico da América do Sul é o mais difícil. Até por isso, a CBF resolveu aliviar a pressão sobre a comissão técnica e jogadores da Seleção Brasileira Sub-23.
Na quinta-feira, Ricardo Teixeira fez questão de ligar ao coordenador Branco, chefe da delegação no Chile, para transmitir apoio à comissão técnica e aos jogadores. Na sexta-feira, foi a vez de Carlos Alberto Parreira, técnico da Seleção Brasileira principal, incentivar os atletas e também o comando da Sub-23. Parreira disse que o Pré-Olímpico é mesmo uma competição das mais difíceis. Considerou como natural os problemas que o time vem enfrentando no Chile.
Depois do torneio, seja qual for o resultado que o Brasil alcançar, Ricardo Teixeira terá uma reunião com Ricardo Gomes e Branco. No caso de a Seleção Brasileira garantir a vaga aos Jogos Olímpicos, o planejamento da Olimpíada será prioridade da CBF no primeiro semestre.
Na hipótese de o Brasil ficar de fora de Atenas, a comissão técnica será dissolvida até porque não haverá mais competições da Sub-23. Ricardo Gomes não será aproveitado em outras seleções.





