Alheio à preocupação de Jackie Stewart, proprietário da Stewart Grand Prix, sobre o calor do outono brasileiro, o piloto Rubens Barrichello espera que, se não chover domingo, dia do GP do Brasil de Fórmula 1, um forte sol de 40 graus seria excelente para o seu bom desempenho na prova. Ou melhor, seria um ótimo adversário para seus concorrentes em Interlagos. ‘‘Com certeza, os pilotos europeus não estão acostumados e teriam dificuldades para completar a corrida’’, afirmou Barrichello.
A sua estratégia, contudo, parece não ter deixado empolgado seu patrão, Jackie. ‘‘Em Melbourne, na Austrália (primeira etapa da temporada), o tempo quente atrapalhou o rendimento de nosso motor’’, explicou. ‘‘Não queremos que o mesmo aconteça no Brasil.’’ Independentemente do tempo, Barrichello está entusiasmado com o desempenho de seu carro, o novo modelo SF03, da Ford. ‘‘Estou sentindo evoluções constantes, o que me deixa confiante em ficar entre os seis ou oito primeiros colocados no grid’’, disse. ‘‘Não vamos ficar parados no tempo, pois a equipe está, a cada dia, trabalhando o dia inteiro para manter o equilíbrio exato entre carro e motor.’’

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