A Portuguesa Londrinense quer se recuperar da derrota sofrida fora de casa, no sábado, contra o Grêmio Maringá, se beneficiando da vantagem de jogar quatro dos seus sete jogos restantes no Estádio do Café. O aproveitamento da Lusa em casa é de 100%.
Mesmo sendo goleada por 3 a 0 em Maringá, a Lusa garante estar ‘‘tranquila’’ e pronta para o próximo confronto no Estádio do Café contra o Ponta Grossa, lanterna do Paranaense 2002. Com a derrota, a equipe comandada por Manoel Rodrigues caiu para a quarta posição na tabela, com dez pontos ganhos em sete jogos. Já o Galo maringaense, do técnico Ivair Cenci, pulou da quinta para a terceira colocação, com 11 pontos.
Como a Folha antecipou no sábado, não faltaram novas críticas ao árbitro José Francisco de Oliveira. A Lusa temia ser ‘‘perseguida’’ pelo juiz que já havia trabalhado, há duas semanas, na derrota por 4 a 3 da Lusa contra o União, em Bandeirantes. O diretor da Portuguesa, Amarildo Vieira Martins, apontou que a ‘‘arbitragem prejudicou’’ o time. ‘‘O Chulapa agarrou o Daniel o jogo inteiro e o juiz marcou só quatro faltas do jogador’’, explicou-se. Mesmo assim, ele admitiu que o principal problema da Lusa foi a incapacidade em converter as muitas chances que teve durante o jogo. Os gols do Grêmio foram marcados por Joel, João Pessoa e Mirandinha.

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