A diretoria da Portuguesa Londrinense, historicamente prejudicada por más arbitragens, não teme os homens do apito na segunda fase da Divisão de Acesso do Campeonato Paranaense. O motivo da confiança é a presença do londrinense Afonso Victor de Oliveira na presidência da Comissão de Arbitragem da Federação Paranaense de Futebol (FPF).
''Arbitragem aqui (no Paraná) é complicada sempre. Mas o Afonso é super correto. Sempre fomos prejudicados, mas nós confiamos muito no Afonso'', apontou o presidente da Lusa, Amarildo Vieira Martins.
O folclórico cartola não acredita que fatos como o escândalo de compra de resultados ocorrido no ano passado não se repitam. ''A arbitragem sempre é preocupante, mas não do jeito do passado. Pelo amor de Deus. Coisas armadas não vão acontecer. Pode ter arbitragem caseira, pipocadas, mas não armação'', avaliou.
Martins aponta os motivos para que o clube fosse prejudicado em anos anteriores: a oposição ao presidente da FPF, Onireves Nilo Rolim de Moura. ''Estamos preparados pra tudo, para passar por cima de tudo e todos, do que vier'', avisou Martins.
Ontem a Portuguesa apresentou o atacante Roni, de 24 anos. O jogador estava parado desde março, qaudno encerrou seu contrato com o ASA-AL.
''Chegar quando o time está em uma fase boa é melhor, é mais fácil de se adaptar, ambientar'', disse o baiano de Vitória da Conquista.
Arbitral - Hoje à tarde a FPF realiza o arbitral da segunda fase da Divisão de Acesso na sede da entidade, em Curitiba. Os oito clubes conheceram a tabela dos dois quadrangulares. A primeira rodada deve ser disputada no final de semana. Cambé, Operário, Iguaçu e Engenheiro Beltrão forma um grupo. Na outra chave, estão Londrina B, Portuguesa, Paraná B e Cascavel.

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