Por reabilitação, Palmeiras enfrenta a Ponte Preta
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terça-feira, 13 de outubro de 2015
Daniel Batista<br> Agência Estado 
São Paulo - A folga de 10 dias no Campeonato Brasileiro serviu para o Palmeiras refletir e tentar achar o caminho para ter o mesmo desempenho demonstrado diante dos líderes quando encara adversário que está abaixo na tabela de classificação. Essa "síndrome de Robin Hood" parece contagiar a equipe. O desafio nesta quarta-feira é encarar a Ponte Preta, às 21 horas, no estádio Allianz Parque, em São Paulo, pela 30ª rodada, para esquecer os tropeços em jogos teoricamente mais fáceis, em especial a derrota por 5 a 1 diante da Chapecoense, há 10 dias.
Em nove jogos contra os cinco times que estão acima na tabela de classificação, o time alviverde somou quatro vitórias, três empates e duas derrotas. O problema é quando tem de olhar para a turma de baixo. Apesar da instabilidade, a equipe pode voltar ao G4, caso faça o dever de casa e pelo menos um dos rivais Santos e São Paulo não vençam seus jogos - diante de Grêmio e Fluminense, respectivamente.
"Criamos a identidade de jogar bem em grandes jogos. Para brigar na parte de cima, precisamos ganhar de quem está embaixo. Temos a possibilidade de provar o contrário nessa sequência de três jogos", comentou o goleiro Fernando Prass, lembrando os próximos jogos diante de Ponte Preta, Avaí e Sport.
O técnico Marcelo Oliveira não terá Jackson e Egídio, suspensos. Gabriel Jesus e João Pedro serão reavaliados pela manhã para saber se podem, pelo menos, ficar no banco de reservas, já que jogaram pela seleção olímpica na última segunda. Robinho e Cleiton Xavier estão fora, machucados.
Sem perder há cinco jogos, com quatro vitórias seguidas e o empate com o líder Corinthians, a Ponte Preta soma 41 pontos e ocupa a nona posição. E calcula que precisa de apenas mais seis para atingir seu objetivo principal, que é a permanência na Série A em 2016. Ela tem a quinta melhor campanha como visitante.



