Por Livio Oricchio Damon Hill despede-se da F-1
Suzuka, 31 (AE) - Damon Hill, 39 anos, campeão do mundo de 1996 pela Williams e filho de Graham Hill, campeão em 1962 e 1968, despediu-se hoje oficialmente da F-1. Na prática, quase não disputou o campeonato, já que conquistou, na Jordan, apenas sete pontos (12º colocado), diante de 54 de seu companheiro, Heinz-Harald Frentzen, terceiro no Mundial. Damon disputou 115 GPs, venceu 22 vezes e obteve 20 pole postions. Ele deseja agora
como Alain Prost, ser dono de equipe. O francês Olivier Panis, 33 anos, da Prost, deixa também a competição para ser piloto de testes da McLaren. Minardi comemora 10º lugar
Suzuka, 31 (AE) - Enquanto a Ferrari recebia com certo desdém a conquista do Mundial de Construtores (128 pontos), a também italiana Minardi comemorava, hoje, o décimo lugar no campeonato, à frente da BAR, o único time que não marcou pontos este ano. A colocação final aumenta sua cota de participação na distribuição da verba proveniente principalmente da venda dos direitos de TV, além de garantir a cobertura de boa parte das despesas de transporte nas corridas fora da Europa. A Jordan (61 pontos) e a Stewart (36) foram as surpresas da temporada, ao concluir a disputa em terceiro e quarto, respectivamente. A Williams (35) foi quinta e a Benetton (16), sexta. Hakkinen fala sobre os pais e dólares
Suzuka, 31 (AE) - Como nunca os dois apareceram num autódromo ou mesmo foram citados por Mika Hakkinen, um jornalista lhe perguntou sobre seus pais. "Não sou do tipo que esqueço deles, trocamos telefonemas quase diariamente." Talvez o finlandês referiu-se a Jacques Villeneuve, que quando conquistou o título, em 1997, declarou que a última vez que falara com sua mãe havia 40 dias. "Meus pais assistiram à decisão do Mundial pela TV", disse Hakkinen. Ele tem uma irmã, Nina, dois anos mais velha, 33.
O bicampeão do mundo é um dos que menos ostenta na F-1 sua condição de milionário: a não ser um avião Lear Jet 35, adquirido por razões profissionais, segundo ele, Hakkinen não possui barcos, helicóptero, não coleciona carros e é muito conservador para investir seus U$ 12 milhões por ano de salário e outros cerca de U$ 8 milhões que ganha entre prêmios e publicidade. "Essas coisas não fazem parte da minha natureza e também não disponho de tempo para aproveitar delas." Para pilotos, Ferrari perdeu no Japão
Suzuka, 31 (AE) - Enquanto Eddie Irvine e Michael Schumacher afirmavam hoje que a Ferrari perdeu o título na largada do GP do Japão, quando Mika Hakkinen ultrapassou o alemão, o diretor-técnico da equipe, Ross Brawn, definiu a perda de forma diferente: "O Mundial acabou para nós no dia 11 de julho, quando Michael se acidentou em Silverstone." Curiosamente, o alemão saiu em defesa da Ferrari. "Mesmo sem a minha presença eles foram capazes de estender a disputa até a última etapa do campeonato." Zanardi pode ser trocado por Montoya
Suzuka, 31 (AE) - Frank Williams jura que não, mas na verdade ele está tentando convencer Chip Ganassi, dono do time Ganassi da Fórmula Indy, de que a retroca Alessandro Zanardi por Juan Pablo Montoya pode ser um bom negócio para os dois lados.
O contrato do italiano com a Williams é de três anos. Faltam dois ainda. O problema é que dos 35 pontos da escuderia no Mundial, este ano, todos foram conquistados por Ralf Schumacher. A prova de Suzuka foi a última da Williams com motor Supertec. Ano que vem será Williams-BMW. Petrobras continua como fornecedora
Suzuka, 31 (AE) - A Petrobras continuará sendo a fornecedora de gasolina, bem como a empresa terá uma participação de patrocínio na equipe.





