'Por amor a Londrina' inicia corrida para a sucessão no LEC
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sexta-feira, 16 de novembro de 2001
Claudemir Scalone<br>De Londrina 
A chapa ''Por amor a Londrina'' deu a largada à sucessão no Londrina. Integrada por atuais e ex-dirigentes, a chapa abriga nomes de 112 conselheiros de diversos segmentos da cidade e tem como bandeira a reorganização administrativa do clube. O mote da ''Por amor a Londrina'' é reestruturar o Londrina, levá-lo à primeira divisão do futebol brasileiro e transformá-lo no carro-chefe de divulgação da cidade nacionalmente.
''O Londrina precisa de injeção de ânimo e motivação com lideranças da comunidade para fazer a cidade aparecer na mídia nacional'', justifica o advogado Alvino Aparecido Filho, candidato à presidência do Conselho Deliberativo (CD). O atual presidente do Londrina, Agostinho Garrote, é o indicado para continuar presidindo o clube no biênio 2002/03. A eleição é indireta. Os associados elegerão no dia 9 de dezembro os conselheiros. O prazo para a inscrição de chapas vence na segunda-feira. Somente após a posse do CD é que será eleito o presidente.
O quadro de futuros conselheiros é heterogêneo e reúne desde médicos, como Luiz Carlos Miguita; políticos de correntes variadas, como o prefeito Nedson Micheletti (PT), o senador Alvaro Dias (PDT), o deputado federal José Janene (PPB) e os vereadores Henrique Barros (PDT), Felix Ribeiro (PPS) e Leonilso Jaqueta (PMDB); o juiz Dimas Ortêncio de Melo e o promotor público Leonir Batisti; empresários como Paulo Muniz e Francisco Francovig; o presidente da Acil, George Hiraiwa; ex-políticos de peso como José Hosken de Novaes (ex-governador e ex-prefeito) e Dalton Fonseca Paranaguá (ex-prefeito); e até o padre Silvio Andrei, de Cambé.


