Campinas - Mesmo depois de ficar quatro rodadas na liderança isolada do Campeonato Brasileiro e chamar a atenção da mídia nacional, a diretoria da Ponte Preta não teme pelo assédio de seus jogadores. Para o vice-presidente de futebol, Marco Antônio Eberlin, ''ninguém é insubstituível'' e qualquer jogador que representa entrada de receita para o clube será importante na contabilidade.
Mas todo desprendimento do dirigente vem acompanhado de que a situação do clube é estável ''e hoje em dias os jogadores pedem para ficar no grupo''. O caso mais recente é do centroavante Kahê, que tinha uma proposta oficial de um time turco no valor de US$ 1,5 milhão, mas preferiu permanecer no clube.

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