A bebida rolou solta nas proximidades do Estádio Joaquim Américo anteontem à noite, antes do jogo entre os Atléticos. Em alguns bares próximos ao estádio, bebidas destiladas eram comercializadas livremente, sem intervenção da polícia, que nem mesmo se fazia presente em algumas ruas próximas da Baixada. A cerveja, que continua permitida, foi bastante consumida quando havia fiscalização.
Ambulantes tentaram vender cerveja na Rua Engenheiros Rebouças, mas caíram na malha da fiscalização. Nenhum torcedor passou pelo bafômetro até o final da partida. Mas até as 21h15, os soldados que faziam a revista no portão da Rua Getúlio Vargas desconheciam o paradeiro do aparelho. Na entrada principal, na Rua Buenos Aires, os soldados apontavam uma sala onde estavam sendo retidas camisetas de torcidas como sendo o local do teste. Mas na sala finalmente um soldado deu uma informação correta: o bafômetro estava na sala de triagem.
Os torcedores da Fanáticos encontraram uma maneira de prostetar contra a medida. Entraram no estádio sem camisa e assim permaneceram até o apito final. O carioca Bernardo Daragona, tentou entrar com a camisa do Flamengo e não conseguiu. Lamentou que só pudesse retomar a camisa no final da partida. ‘‘Vim conhecer o estádio e paguei mico’’, disse.

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