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m de leitura Atualizado em 14/07/2022, 19:53

Polícia não encontra empresário Wagner Ribeiro e já o considera foragido

PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 14 de julho de 2022

ADRIANO WILKSON E IGOR SIQUEIRA
AUTOR autor do artigo

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SÃO PAULO, SP, E RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) - O empresário Wagner Ribeiro, um dos mais conhecidos agentes de futebol do país, não foi encontrado pela Polícia Civil de São Paulo e, portanto, já é considerado foragido. A Justiça tinha expedido um mandado de prisão contra o empresário pelo não pagamento de pensão alimentícia a dois filhos de um antigo relacionamento.

A delegada Ivalda Aleixo, da Divisão de Capturas da Polícia, afirmou que Ribeiro não foi encontrado em seus endereços declarados e nem na casa de familiares. A delegada disse que o empresário não deixou o país. Ela já comunicou os aeroportos sobre o mandado de prisão contra ele. A polícia vai continuar as buscas.

No dia 6 de julho, a 2ª Vara Cível de São João da Boa Vista (SP) determinou a prisão de Wagner, já que ele não quis pagar uma dívida de R$ 641 mil referente a pensão alimentícia de seus dois filhos. O mandado determina que Ribeiro seja detido por 30 dias. A ordem pode ser suspensa pelo pagamento da dívida ou pela realização de um acordo entre ele e sua ex-companheira, com quem esteve em união estável.

A reportagem apurou que advogados das partes se reuniram nos últimos dias, mas ficaram longe de chegar a um acordo.

A reportagem procurou a defesa do empresário, mas ela preferiu não se manifestar.

Wagner Ribeiro é um dos empresários mais famosos do futebol brasileiro e trabalhou na negociação para a Europa de jogadores como Robinho, Neymar, Kaká, Gabigol e Lucas Moura. Em entrevista ao UOL Esporte, há alguns anos, o empresário chegou a brincar sobre o sucesso de seus negócios.

"O que eu vendo é credibilidade. O pessoal do Real Madrid brinca comigo: 'você é Midas, põe o dedo e vira ouro', falando do Robinho, do Kaká, do Neymar... Eu digo que não é assim. Para quem trabalha com jogador, se você tem 10 jogadores que se destacaram, é pouco"