Polícia absolve atacante Adriano
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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Priscila Trindade <br>Agência Estado 
Rio - A Polícia Civil do Rio absolveu o atacante Adriano no caso do tiro acidental que atingiu uma mulher dentro do carro dele, em dezembro. Segundo o inquérito enviado ao Ministério Público, a confissão de Adriene Cyrillo Pinto, que foi atingida pelo disparo, os depoimentos das testemunhas e os laudos comprovaram que a jovem de 20 anos atirou sem querer na própria mão.
Adriene foi baleada dentro do BMW do jogador do Corinthians, após eles saírem de uma casa noturna na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Além deles, estavam no veículo o segurança de Adriano, que é o dono da arma, e outras três mulheres. Inicialmente, a vítima disse que o atacante disparou ao manusear a pistola, mas depois ela admitiu ter sido a responsável pelo disparo.
Em depoimento, Adriene disse aos policiais que atirou contra o dedo indicador da mão esquerda ao brincar com a arma de um dos seguranças de Adriano, um tenente da reserva da Polícia Militar. Os laudos mostraram que o jogador estava no banco da frente da BMW enquanto a vítima estava no banco de trás, indicando a impossibilidade de o disparo ter sido dado por Adriano.
A jovem passou por uma cirurgia na mão e, horas depois de ter deixado o hospital onde estava internada, esteve na 16DP (Barra da Tijuca), onde o caso foi investigado. Além da vítima, Adriano e duas das três mulheres que ocupavam o carro no momento do disparo participaram da reconstituição, ainda em dezembro, que acabou comprovando a inocência do jogador.


