POLÊMICA À VISTA - Mulheres tomam conta do dohyo
A primeira escola de sumô do mundo (a Fênix) destinada somente às mulheres foi criada recentemente em Londrina. A medida promete mexer com o cenário do esporte, já que no Japão país de origem , as mulheres até hoje são impedidas de subir ao dohyo (arena de lutas).
Ex-sumotori (lutador de sumô), Cassiano Joaquim Gomes é presidente da Associação Kaiko uma das principais do país e da Federação Paranaense de Sumô. Segundo ele, a criação da Escola Fênix de Sumô tem como objetivo central suscitar mais um debate em torno do esporte. Com certeza vai gerar polêmica, pois estamos inovando e mexendo com o tradicional. Nossa intenção é fazer o sumô feminino deixar de ser tratado como amador e ganhar reconhecimento como esporte. É uma evolução e não uma revolução, frisa.
A diretora da nova escola, Andréa Luiza Silva, destacou o papel das alunas na fundação da Fênix Isso só foi possível graças à batalha das próprias alunas. É um direito que elas conquistaram com muita luta. E não foi simples. Foram muitos obstáculos superados e agora elas são pioneiras, apontou.
● Luta entre dois atletas em que perde o primeiro a tocar o chão com qualquer parte do corpo (exceto os pés) ou pisar fora do ringue
● A escola já conta com 25 alunas e tem como destaques as integrantes da equipe pentacampeã brasileira, formada pelas sumotoris Amanda Costa, Janaína e Jaqueline Silva (as duas são irmãs e atuais campeãs do Mundial Amador da Polônia e do Sul Americano do Paraguai)





