Podem faltar datas, se o campeonato for com 26
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sexta-feira, 20 de junho de 1997
Ayrton Centeno Agência Estado Porto Alegre 
O presidente do Clube dos 13, Fábio Koff, interpretou como uma virada de mesa a atitude da CBF de incluir o Atlético Paranaense, o Fluminense e o Bragantino no Campeonato Brasileiro de 1997. Fizemos um estudo criterioso, fechamos um bom contrato com as TVs e teríamos um grande campeonato com 24 clubes, como fora acertado na reunião de março do Conselho Arbitral, recordou. Mas agora ficou difícil, inclusive em termos de datas, lamentou ontem, após saber, extra-oficialmente, da alteração. Mostrando-se incrédulo e ressalvando que nada lhe fora comunicado pela CBF e, portanto, ainda não encarava a informação como oficial, ele acredita que a mudança, se confirmada, obrigatoriamente terá que ser respaldada pelo Conselho Arbitral, composto pelos presidentes de clubes. Só assim teria valor legal.
Na sua opinião, quem determina o número de participantes e as regras de ascenso e descenso é o Conselho Arbitral. É isso, a não ser que eu esteja entendendo erradamente a legislação, comentou. Reiterou que o Conselho Arbitral definiu a participação de 24 equipes em 1997, fixando que, ao final do certame, os quatro últimos colocados cairiam e os dois melhores classificados na segunda divisão subiriam. Agora não sei como vamos arranjar datas para 26 clubes, advertiu. Koff perguntou como ficarão, por exemplo, os clubes que acertaram excursões ao exterior, na convicção de que o Brasileirão teria 24 e não 26 clubes. E as datas para a Supercopa?, acrescentou.


