Pizzonia termina a prova como melhor brasileiro
Monza - Se alguém sorria mais do que Fernando Alonso ontem, após a corrida, era Antonio Pizzonia. Piloto de testes da Williams, conformado com a reserva, o brasileiro foi convocado no sábado para substituir Nick Heidfeld. O alemão ainda sentia dores de cabeça e no pescoço, consequência de uma batida havia oito dias.
Sem correr há um ano e largando em 16º, Pizzonia terminou o dia como um dos destaques da prova, em sétimo. Mais: como o próximo GP é já no domingo que vem, deverá ser o substituto de Heidfeld mais uma vez. ''Ainda não sei nada, mas seria bom correr em Spa'', afirmou.
Ele foi o único brasileiro a pontuar ontem. Felipe Massa, da Sauber, foi o nono colocado. Rubens Barrichello, da Ferrari, ficou em 12º, uma volta atrás de Juan Pablo Montoya.
História Não bastasse ter oficialmente encerrado a hegemonia de Michael Schumacher na F-1, Monza registrou outro acontecimento histórico ontem: pela segunda vez em 746 corridas disputadas na categoria, ninguém abandonou. Todos os 20 carros que alinharam no grid terminaram a prova.
Até ontem, isso só havia acontecido no GP da Holanda de 1961, em Zandvoort. Naquela ocasião, no entanto, apenas 15 alinharam. ''Isso é uma prova de como os carros de hoje são confiáveis e de como o nível de competição, com toda a tecnologia de que dispomos, está cada vez mais alto'', definiu o alemão Mario Theissen, diretor de competições da BMW. (F.S.)





