Após as boa performance do piloto brasileiro Antonio Pizzonia nos testes com a Benetton no circuito de Valência, na Espanha, na semana retrasada, Flavio Briatore, chefe da equipe, ofereceu-lhe um contrato de cinco meses com a equipe anglo-italiana de Fórmula 1. Ou seja, Pizzonia será o piloto de testes da equipe até o final desta temporada, quando a situação e o contrato serão revistos.
A Benetton foi recentemente comprada pela Renault, e a próxima temporada será a última que a equipe disputará antes de passar a ter somente o nome da montadora francesa. ‘‘Fiquei muito contente depois de Valência, já que ele fez um ótimo teste. O rapaz tem talento, mas ainda deve percorrer um longo caminho antes da Fórmula 1’’, disse Briatore.
Por outro lado, enquanto o jovem inglês Jenson Button, da Williams, registrava o melhor tempo no treino de ontem em Monza, a revista ‘‘Autosport’’, da Inglaterra, chegava às bancas com a notícia da sua demissão. Segundo a influente publicação, o colombiano Juan Pablo Montoya, atual campeão da F-Indy, será o seu substituto no time de Frank Williams no próximo ano.
Treinando na configuração de classificação, ou seja, com pouca gasolina no tanque e pneus novos, Button fez, na melhor das suas 43 voltas, 1min24s05. A pole do último GP da Itália, disputado em setembro do ano passado nessa pista, ficou com Mika Hakkinen, da McLaren, com 1min22s432.
Três brasileiros participaram em Monza do ensaio para a próxima etapa do campeonato, programada para dia 18 em Montreal, no Canadá. Pedro Paulo Diniz, da Sauber, foi o mais rápido, com 1min25s56, sétima marca do dia. Bruno Junqueira, piloto de testes da Williams e líder da Fórmula 3000, fez o oitavo tempo, 1min25s61. Ricardo Zonta completou 23 voltas no veloz traçado de 5.770 metros. A melhor em 1min26s26.

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