São Paulo - Antonio Pizzonia desembarcou terça-feira à noite em Manaus, passou o dia de ontem numa ilha próxima da cidade e permanecerá no País até seu empresário, Jaime Brito, concluir com o advogado inglês que os está assessorando a melhor estratégia de defesa de seus direitos. Na segunda-feira, a direção da equipe Jaguar o dispensou, restando ainda cinco etapas para o encerramento da temporada de Fórmula 1.
Qualquer declaração de Antonio Pizzonia poderá servir de defesa para a Jaguar na eventualidade de o caso ir parar na Justiça inglesa. Por isso, a orientação é manter-se recluso.
Frank Williams e Patrick Head não pretendiam liberar o piloto brasileiro para correr na Jaguar, já que ele tinha contrato com a Williams, mas diante da oportunidade de competir, Pizzonia solicitou aos dois chefes da Williams a permissão. Agora existe a possibilidade de voltar a trabalhar com Marc Gene como piloto de teste do time inglês, apesar de a escuderia ter já outro brasileiro sob contrato, o paranaense Ricardo Sperafico, piloto da Fórmula 3000.

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