Pilotos da Stock chegam com pique total
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 23 de agosto de 2005
Reportagem Local 
Luis Carreira Júnior e Angelo Serafim desembarcam em Londrina, amanhã, cheios de pique para a sexta etapa da Stock Car V8, que será disputada a partir das 10h35 de domingo, com transmissão ao vivo pela Rede Globo. Carreirinha tem agenda puxada. Fará parte da seleção da Stock Car criada para enfrentar Nalbert, que está migrando do vôlei de quadra para vôlei de praia, e seu parceiro Guto, num jogo-treino marcado para amanhã, às 14h30, na quadra do Lago Igapó 2, ao lado de Christian Fittipaldi, Guto Negrão, Thiago Camilo, Hoover Orsi, Guálter Salles e Ruben Fontes.
''Fiquei feliz com o convite. Já levei vários jogadores da seleção brasileira de vôlei num biposto da Copa Clio para andar na pista de Brasília. Eles mal cabiam no carro e passaram um bom susto! Agora será a vez do Nalbert mostrar a potência dos seus saques e cortadas!'', diverte-se Carreirinha, que malha e corre com os atletas que compõem a seleção brasileira de atletismo, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo.
Já a praia de Serafim, seu companheiro de equipe na Stock Car V8, é outra. O piloto paulistano que estreou na Scuderia 111 na quinta etapa, em Curitiba, gosta mesmo é de surfar e jogar futebol. Desce direto para Ubatuba e adjacências no Litoral Norte paulista para pegar onda e defende o Centro Sul Pneus, time de futebol society de São Paulo no campeonato da Terceira Divisão.
Já prevendo a dureza da parada em Londrina, Serafim deu um jeitinho de abrir a semana com surfe, para chegar na pista bem preparado. Esta será sua primeira vez num carro de turismo no circuito londrinense.
''Só tenho certeza de que será muito difícil. É uma pista muito travada, principalmente na freada do Mergulho, ainda mais que ainda estou me adaptando à pouca visibilidade do Astra. A área de escape é pequena e qualquer erradinha é perigo de batida. Sem falar que se estiver calor será uma sauna total'', avalia bem-humoradamente o piloto, que vem da Fórmula 3 Sul-Americana e Espanhola.
O circuito de 3.145 metros da cidade de Londrina é conhecido por desafiar também as equipes. ''Gosto muito de correr lá, embora a pista seja apertada, de difícil ultrapassagem, de baixa velocidade e com muitas curvas à esquerda. Exige muito do equipamento. Com carro bom já é difícil, imagina se não estiver'', explica Carreirinha.


