O custo de marcar um único ponto na Fórmula 1 chegou a níveis absurdos segundo o chefe de esportes motorizados da Peugeot, o que levou a equipe a abandonar a categoria. ‘‘Duas equipes estão dividindo as vitórias com quatro carros’’, disse Corrado Provera. ‘‘E o custo de cada ponto está se tornando absurdo... Essa é a verdadeira razão porque decidimos sair.’’
A Peugeot forneceu motores para a equipe Prost, mas deixou a categoria ao final da última temporada. Provera insistiu que a falta de sucesso da Peugeot – a Prost não marcou pontos na temporada de 2000 – não foi a razão para a desistência da empresa em uma temporada em que todas as 17 corridas foram vencidas ou pela Ferrari ou pela McLaren.
As duas equipes marcaram 322 pontos juntas, enquanto a Williams, que terminou em terceiro no campeonato de construtores, conseguiu apenas 36. Tanto a McLaren quanto a Ferrari marcaram sozinhas mais pontos do que as nove outras equipes somadas. ‘‘O nível da McLaren e da Ferrari são muito altos e vão continuar altos porque essas duas equipes têm apenas um objetivo – matar a outra’’, disse Provera.
Homenagem – O francês Jean Todt, diretor-esportivo da Ferrari, recebeu da revista ‘‘L’Automobile’’ o Super Troféu 2000, concedido pela publicação francesa aos destaques do esporte em todas as temporadas. Todt, único representante da escuderia italiana presente à solenidade de entrega do prêmio, que foi realizada em Paris, na noite de, também recebeu, em nome de Michael Schumacher e de Lucca de Montezemolo, os prêmios reservados ao piloto e ao presidente da equipe, respectivamente.

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