A Petrobras está expandido suas atividades na Fórmula 1. A empresa assinou nesta quarta-feira contrato com a Jordan para fornecimento de óleos lubrificantes, até o fim de 2002. Pelo acordo, irá desenvolver, testar e produzir 15 mil litros de óleo para motor (a Jordan utiliza os Honda) e mil litros de óleo para câmbio. O valor não foi revelado. A Petrobrás está na categoria há quatro anos, fornecendo gasolina para a Williams.
O conceito do produto da empresa na F-1 é dos melhores e cresceu com a vitória da Williams, com Ralf Schumacher, no GP de San Marino deste ano. Outras equipes, inclusive a própria Jordan, já demonstraram interesse pela gasolina brasileira. Mas, desde o ano passado, obter contrato para fornecimento de óleos passou a ser uma das metas principais da empresa na categoria.
Ciúme – O desempenho do colombiano Juan Pablo Montoya neste início de temporada não tem impressionado seu colega David Coulthard. Para o escocês, o piloto da Williams não estaria fazendo mais do que sua obrigação. ‘‘Ele está fazendo o que é pago para fazer. Não estou desmerecendo seu trabalho; trata-se de um piloto rápido e que tem condições de vencer corridas, mas não vejo motivo para tanto barulho.’’
Segundo Coulthard, no entanto, Montoya ainda precisa adquirir mais experiência para entrar na briga pelo campeonato. ‘‘É muito cedo para fazer este tipo de previsão.’’
Michael Schumacher, que lidera a classificação com 36 pontos, tem outra preocupação: vencer domingo o GP da Áustria pela primeira vez em sua carreira. ‘‘Já ganhei em muitas pistas, mas lá não. Algum dia terei de eliminar essa mancha’’, afirmou Schumacher, 47 vitórias na F-1. Ele correu três vezes o GP austríaco.

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