O presidente afastado do Atlético Paranaense, Mário Celso Petraglia, não deverá ainda adotar os mesmos procedimentos do seu companheiro, Alberto Dualib, presidente afastado do Corinthians. Dualib conseguiu na justiça, na última segunda-feira, uma liminar que sustou provisoriamente a sua suspensão de dois anos das atividades esportivas.
Petraglia foi banido do futebol e não poderá responder pelo Atlético. Pelo menos é essa a pena imposta pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Os dois dirigentes foram envolvidos no caso de corrupção de arbitragens comandadas por Ivens Mendes, presidente da extinta Comissão Nacional de Árbitros de Futebol (Conaf).
Segundo informou a assessoria de imprensa do Atlético, Mário Ceslo Petraglia vai manter ‘‘a postura de só sanar o seu problema depois que a situação do clube estiver resolvida’’.
De acordo com a assessoria do rubro-negro, Petraglia deverá esperar primeiro que a CBF elimine a punição de perda cinco pontos do Atlético no final da primeira fase do Campeonato Brasileiro, para depois tentar resolver seu processo de punição.
O presidente da Federação Paranaense de Futebol (FPF), Onaireves Moura, espera para hoje uma solução sobre a perda ou não dos cinco pontos. Moura iria conversar ontem à noite no Rio de Janeiro com o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, para resolver o problema.

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