Peter promete vaga na Série B
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quinta-feira, 09 de fevereiro de 2006
Thiago Mossini<br>Reportagem Local 
''Eu estava pensando em alguma coisa mais tímida, mas mudei de idéia e vamos buscar uma das quatro vagas na Série B do Campeonato Brasileiro''. A frase, do presidente do Londrina, Peter Silva, foi a principal novidade do coquetel de apresentação do Londrina versão 2006/2007, realizado na noite de terça-feira em um hotel da cidade.
Foram poucas novidades apresentadas e o que mais chamou a atenção foi a confirmação do cartola de que formará um time forte na Série C do Campeonato Brasileiro. Peter apresentou oficialmente o consultor de marketing Alexandre Faria, da Alfa Consultoria Esportiva, que cuidará da imagem do clube. O consultor, que trabalhou com Peter na Futebol Brasil Associados (FBA), apresentou o plano de ação para tornar a marca Londrina Esporte Clube solidificada no mercado nacional e internacional.
Segundo ele, com profissionalismo, modernidade, transparência e comprometimento, o clube conseguirá atingir os objetivos, que são o de profissionalizar a gestão, estruturar para formar atletas, internacionalizar o clube, por isso a parceria com os ex-jogadores Ricardo Rocha e Alexandre Torres, e voltar para a Série B do Brasileiro. A grande campanha do ano, no entanto, não foi divulgada. ''Estamos guardando estrategicamente as comemorações do cinquentenário do Londrina. Estamos preparando um grande evento'', disse Faria.
O clube também lançou um cartão assistencial, que oferecerá aos segurados desconto nos ingressos, além de uma rede de médicos e dentistas conveniados, seguro contra acidentes pessoais e assistência funeral. Serão cobrados R$ 20 de adesão e mais R$ 20 mensais. Desse valor, o Londrina receberá R$ 5. A empresa que gerencia o cartão já conta com 12 mil segurados neste sistema na região. O desafio agora é fazê-los migrá-los para o cartão do LEC, o que geraria R$ 60 mil mensais para os cofres do clube.
Nas categorias de base, Peter confirmou o arrendamento do CT do antigo Nichika, no bairro da Viação Velha. Em parceria com o Instituto Nacional de Desenvolvimento da Saúde e Ecologia (Indese), o clube vai trabalhar com 200 garotos, sendo 100 de projetos sociais, e terá auxilio do governo federal. (T.M.)


