A primeira especulação sobre as eleições presidenciais do Londrina Esporte Clube podem ter um desfecho amanhã. Peter Silva, que vem sendo apontado como sucessor de Agostinho Miguel Garrote no comando do clube, responde nesta quinta-feira se aceita ou não encabeçar uma das chapas na corrida presidencial alviceleste.
O ex-presidente da Futebol Brasil Associados (FBA) é o nome mais forte até o momento. Ontem, ele passou boa parte da tarde reunido com Garrote no VGD. Os dois já haviam se encontrado há alguns dias. Se realmente concorrer ao cargo, Peter faz questão de ter Garrote ao seu lado. O atual presidente seria uma espécie de gestor.
O sim de Peter depende de mais algumas conversas com grupos econômicos e políticos, que seriam a base de sustentação para o trabalho no próximo biênio. Tudo deve ser discutido entre hoje e amanhã, prazo dado pelo cartola para se pronunciar sobre a possível candidatura. ''Ainda é cedo para falar algo. Não quero criar expectativas. Vamos esperar uma definição'', disse ontem ao deixar a sala de Garrote.
Já o atual presidente prefere desconversar. ''É só um bate-papo informal, tudo ainda muito verde'', afirmou Garrote.
Chapas Enquanto isso, outras duas chapas também se mexem sem estardalhaços para apresentar candidaturas. Ontem, o diretor da Liga de Futebol de Londrina (LFL), Octávio Gianelli, o Limpa-Trilho, esteve na sede do LEC para obter informações sobre as eleições. ''Vou inscrever uma chapa. Ainda não tenho o candidato, mas vou inscrever. Precisamos sacudir isso aqui (clube)'', prometeu.
Existe também um outro grupo de empresários que articula uma candidatura. As negociações estão sendo comandadas por um ex-diretor do Londrina, que deixou há pouco tempo o clube. Ele tenta convencer um forte empresário local a encabeçar a chapa, que seria oposicionista.
As eleições no LEC foram antecipadas para a segunda quinzena de novembro, ainda sem data prevista para serem realizadas. Para concorrer, o candidato tem que ser sócio do clube há pelo menos dois anos e ter mais do que 21 anos de idade. O mandato é de dois anos.

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