O empresário Roger Penske, dono da equipe Penske de Fórmula Indy e o piloto brasileiro André Ribeiro, recém-contratado pelo time norte-americano, estão em Curitiba. Penske irá inaugurar hoje uma fábrica da Detroit Diesel Corporation (leia mais na Folha Economia), que é a maior de seu grupo, com 25 mil empregados e faturamento anual de US$ 4 bilhões.
André Ribeiro que veio para a Penske, em lugar do canadense Paul Tracy, começa a desenvolver parcerias que transcende as pistas. Já levou patrocínio de uma empresa de telefonia para a equipe e tentar convencer o ‘patrão’ a ceder espaço no carro para patrocinadores brasileiros. O piloto volta a testar o Reynard 97 na próxima semana, em Miami, enquanto aguarda a estréia do Penske 98, que deverá estar pronto em dezembro.
André terá ao seu lado na equipe Al Unser Jr. e só de ver o cronograma de testes ficou eufórico, pois o trabalho que fará até o início do campeonato, em 1º de março, é o que ele realizava durante o ano todo na Tasman.
Fórmula 1Para o ex-piloto austríaco Niki Lauda, a Fórmula 1 deveria adotar o mesmo critério disciplinar do futebol: cartões amarelos e vermelhos para os pilotos. ‘‘Imagine o que aconteceria se Michael Schumacher tivesse sido campeão, em Jerez, e agora dia 11 ele perdesse o título’’, questionou Lauda na edição de ontem do diário vienense ‘‘Die Presse’’.
Lauda propôs o uso dos cartões e a adoção de um juiz, ou mesmo um jurado, para decidir as infrações dos pilotos no dia da ocorrência. O código disciplinar valeria tanto para os treinamentos quanto para as corridas. Um piloto que recebesse o cartão vermelho ficaria de fora da etapa seguinte, como faz o futebol.

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