O que a F-1 e o futebol têm em comum?Ambos possuem dirigentes que são mestres em estragar o espetáculo. Na Fórmula 1, os "jênios" – com J mesmo, de jumentos - quiseram limitar o uso do rádio entre equipes e pilotos e fizeram uma tremenda lambança. Criaram uma regra totalmente subjetiva, que deixa pilotos, equipes, jornalista e até o chefão da categoria completamente perdidos.
No futebol acontece o mesmo. Por conta de uma determinação equivocada da Fifa a respeito de mão na bola e da péssima qualidade da arbitragem brasileira, os jogos do Brasileirão estão virando um caos.
Enquanto na Europa a determinação não influenciou, aqui no Brasil os fracos apitadores, na ânsia de mostrar serviço, tornaram os jogos uma loteria. Árbitros interferem a torto e direito. Lances idênticos viram pênalti para uns e nada a outros. A falta de critério tomou conta.
A CBF fez um vídeo para tentar explicar o inexplicável. Se aqui no Brasil a arbitragem já era um horror - apesar do fortíssimo coorporativismo existente entre os comentaristas dos juízes nas TVs -, imaginem agora com essa lambança?
Como muito bem disse Humberto Peron, colunista deste LANCE!, futebol profissional não é pelada de amigos, que é falta cada vez que a bola bata no braço de alguém.
O futebol sempre conviveu bem com a "mão na bola" ou "bola na mão", mas por conta desse absurdo criado pela Fifa e "aperfeiçoado" por nossos apitadores, agora ninguém mais sabe a diferença.
Não se pode marcar um pênalti como o ocorrido ontem na Arena Corinthians. Ou como aquele contra o Coxa na Copa do Brasil. Ou como aquele a favor do Flamengo contra o Corinthians, ou como aquele a favor do Flu contra o Palmeiras, ou como aquele...É uma lista sem fim!
A Fifa criou uma anomalia. A arbitragem brasileira a aperfeiçou. E o resultado são jogos e mais jogos estragados Brasil afora.

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