A coletiva para anunciar ontem a contratação de Pelé como comentarista da PSN, canal de TV paga do fundo que administra Corinthians e Cruzeiro, serviu para ele sugerir uma união geral para salvar o futebol brasileiro. ‘‘Vamos esquecer a briga de Pelé, Eurico (Miranda), Koff (Fábio, presidente do Clube dos 13) e Teixeira (Ricardo, presidente da CBF) e trabalhar juntos pelo crescimento do futebol’’, apelou. ‘‘O futuro do nosso futebol depende disso, de uma união com a banda podre.’’ Para Pelé, do jeito que estão as coisas não podem continuar. ‘‘Falido (o futebol) já está, mas (se não for feito o pacto), aí vai morrer mesmo. Os investidores estão fugindo do Brasil (depois que a Lei Pelé foi modificada pelo Congresso, em 2000).’’

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