Rio de Janeiro - Macaé e Rexona se enfrentam amanhã, em Macaé, pela Superliga Feminina de vôlei. A partida marca a estréia das duas equipes na principal competição do calendário nacional. Para o técnico Hélio Griner, que substituiu Bernardinho no comando do time paranaense, o torneio deste ano deve ser marcado pelo equilíbrio.
‘‘Atletas do nível de Ana Moser ou Fernanda Venturini, que garantiam a força de qualquer equipe, não estão mais presentes’’ analisou. ‘‘Uma nova safra de jogadoras está se formando e o Macaé é um exemplo disso’’.
Apesar da cautela do treinador, a vantagem no duelo é paranaense. Em 14 jogos, foram dez vitórias do Rexona, seis delas pela Superliga. Em compensação, o Macaé, reforçado da levantadora Estela e da meio-de-rede Kerly, eliminou a equipe de Curitiba nas semifinais do Campeonato Carioca, em setembro. Mês passado, derrotou o bicampeão brasileiro na primeira rodada do Grand Prix.
‘‘Na época que joguei no Macaé, a nossa equipe era uma das mais fracas. Agora, a situação é totalmente diferente’’, acredita a levantadora Fabiana Berto, hoje no Rexona. ‘‘Além do número de equipes na Superliga ter sido reduzido, os times se reforçaram. Não existem mais jogos fáceis’’.
masculino – Os jogadores do Lupo/Náutico continuam treinando para a estréia na Superliga, que acontece no dia 8. A equipe, comandada pelo técnico José Paulo Peron, vai enfrentar, em sua primeira partida, o Bento Gonçalves-RS, no ginásio Gigantão.
O objetivo da equipe é conseguir a classificação para as quartas-de-final. Peron disse que os favoritos são Telemig Celular/Minas, Banespa, Suzano, Unisul e Ulbra-RS.
‘‘Essas cinco equipes estão em um nível superior ao nosso e ao do Palmeiras, por exemplo’’, afirmou o treinador do time de Araraquara.

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